junho 05, 2013
Financiar ou Alugar?
abril 30, 2013
Ao negociar um novo emprego, evite a armadilha de fazer leilão
Priscila Dadona
30/04/13 14:09
"Fazer leilão é dar um tiro no pé", diz coordenadora de recursos humanos da Crowe Horwath Brasil
Especialistas em recursos humanos mostram que é possível fazer uma mudança sem fechar portas no antigo trabalho.
Um executivo estava insatisfeito com seu trabalho e procurou uma empresa de headhunter para uma nova colocação. A consultoria de recursos humanos prontamente o colocou num processo seletivo, já que ele considerava que na sua atual empresa não havia mais futuro.
Na fase final de toda a contratação, que durou cerca de três meses, o profissional titubeou e pediu umtempo para pensar e acabou rejeitando a oferta afirmando que havia recebido do seu atual trabalho uma contraproposta.
Após 30 dias deste episódio, ele foi desligado porque a empresa não acreditava mais em sua motivação.
A história, verdadeira, foi contada por Irina Bezzan, gerente e headhunter da Morson International-CPIM do Brasil, para demonstrar o que um profissional não deve fazer quando está insatisfeito e procura uma nova colocação: ou seja um leilão.
"Cuidado com esta posição de contraproposta que pode às vezes não ser tão positiva", diz.
Para a consultora Lucila Yanaguita, da Search em Recursos Humanos, muitas vezes o próprio profissional se coloca nesta armadilha. "É sempre bom conhecer qual sua real motivação para mudar de emprego".
Entre os pontos que devem ser analisados, segundo Lucila, estão a ascensão de cargo, novos conhecimentos, se os valores e a cultura da nova companhia são compatíveis com seus e, por último a remuneração. "Importante é analisar o que vai ganhar ou perder".
A análise do próprio profissional deve vir da internet, do balanço anual da empresa e até de ex-funcionários. Para Lucila, é preciso tomar cuidado com as contrapropostas para não ficar tentado a ficar e ouvir promessas de promoção "Tem que tomar uma decisão menos emocional e mais racional".
Segundo Rosana Marques, coordenadora de recursos humanos da Crowe Horwath Brasil, do lado das empresas também existe uma complicação quando há o leilão. "É ruim porque o primeiro vínculo a ser respeitado é o da confiança, se não confio mais quebrou este vinculo."
O ponto crucial num processo de insatisfação e consequente mudança é a transparência, diz Lucila. "Ter uma boa conversa com o gestor ajuda." No entanto, há casos em que nem a empresa e nem o superior concedem esta abertura.
Irina diz que mudanças baseadas em decisões afoitas ou de ansiedade também são um perigo para um final feliz.
"Tem gente que quer mudar de emprego, contrata um coach ou uma empresa de recursos humanos e encontra uma nova proposta. Na hora em que tem a oportunidade real na mão usa esta oferta como moeda de troca na empresa. Na verdade ele não quer mudar de emprego só quer ganhar mais", afirma.
Caso de sucesso
Leonardo Letelier, CEO da SITAWI - Finanças do Bem fez a lição de casa. Como consultor em uma grande empresa, Letelier estava insatisfeito e descobriu que precisava colocar mais significado em sua vida profissional.
Em vez de buscar trocar de emprego e/ou ficar negociando salário, abriu sua própria organização social. "Saí para fazer algo mais satisfatório e até para ganhar menos. O critério financeiro sozinho é um péssimo conselheiro. Estou feliz com a minha decisão".
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fevereiro 20, 2013
Estadão Economia #e# Negócios
Brasil pode ser a quarta economia global até 2050, diz PwC http://economia.estadao.com.br/noticias/not_144220.htm
julho 02, 2012
Olhares além do próprio umbigo
Por Paulo Yokota
Jornal Valor Econômico
É compreensível que nos preocupemos com as coisas que nos cercam, quando se vive num país continental da dimensão brasileira. Mas, o mundo globalizou e vivemos todos numa aldeia, com a internet nos transmitindo o que ocorre no globo.
Precisamos julgar os nossos problemas comparativamente, até para que não tenhamos um sentimento de vítimas isoladas. Existem economias que enfrentam questões graves e outros que os estão superando de forma adequada, dentro das limitações que diferem cada caso. Não só os problemas econômicos, mas sociais, condicionadas pelas histórias e culturas, dentro do quadro político em que estão inseridos.
Dois artigos ajudam a pensar esses problemas. Um do R. Daniel Kelemen, diretor do Centro para Estudos Europeus da Universidade Rutgers. Ele se encontra no site do Foreign Affairs, com o título "O Novo Normal da Europa", mostrando que vivemos na atual situação instável. Sua leitura seria recomendável, pois contem detalhes importantes.
Kelemen mostra que os problemas atuais, como o da Grécia, não podem ser resolvidos rapidamente. Ele entende que a Europa não está na beira do colapso, manter-se-a unida, mas a sua recuperação exigirá muito tempo, tanto com a saída da Grécia do euro, como se ela receber ajuda e permanecer. Alguns economistas entendem que a periferia da Europa poderia abandonar o euro e a opinião do autor é que esta opção seria um suicídio, provocando um colapso no sistema bancário e todas as suas consequências.
Ele entende que os problemas dos países do sul da Europa são estruturais e antecedem a criação do euro. A Alemanha foi a principal beneficiária da criação da moeda comum e seria arrasada com a sua eliminação com a extensão dos seus relacionamentos. Reformas poderiam melhorar a situação, mas nenhuma seria uma panaceia.
O problema é a massiva acumulação de dívidas dos países periféricos que foram aumentados com os créditos da década passada. Volume tremendo de capitais foi transferido para países como a Grécia, Irlanda, Portugal e Espanha. Ele gerou o crescimento desses países e elevaram os seus salários deixando-os sem competitividade e com débitos monstruosos. As insolvências se tornaram os "novos normais".
A adequada governança veio sendo tentada por diversas formas. Qualquer união monetária em que os países mantêm a autonomia de tributação, dispêndios e contração de empréstimos são problemáticos, e foram tentadas as regulamentações, como parte do Tratado de Maastrich. Nunca foi obedecido, e chegaram ao Mecanismo Europeu de Estabilidade, que foi assinado por 25 países, mas já foi flexibilizado para ajudar a Grécia.
Outro problema estrutural é o Banco Central Europeu, proibido de adquirir qualquer débito dos países membros, mas ele está sendo obrigado a adquirirem bônus de diversos países. Segundo o autor, as atuais tentativas de austeridade dos alemães se aproximam das regras de governança desejáveis, e poderiam resultar em progressos lentos, mas se observa não serem aceitos nas eleições.
Outro artigo interessante é de Noeleen Heyzer, a secretária-executiva da Comissão Econômica e Social para Ásia e o Pacífico, entitulado "Economias asiáticas sob prova" no site do Project Syndicate, mostrando que atual situação "novo normal" de incertezas e volatilidades da economia global cria um turbulento ambiente externo para o crescimento da região Ásia-Pacífico em 2012. Os resultados na Ásia devem ser melhores que no resto do mundo. Seu artigo merece uma leitura atenta.
No artigo informa-se que eles estão conscientes dos impactos do "novo normal" da economia da região. Foram incluídos no relatório das Nações Unidas para 2012 para a Ásia e o Pacífico. Devem reduzir o crescimento de 2012 sobre o que foi obtido em 2011, pela elevação dos custos de capital como as perdas decorrentes das políticas monetárias e protecionistas de alguns países desenvolvidos. O crescimento da região continuará acima da média mundial, com ela continuando a ter papel de polo dinâmico da economia mundial. As relações Sul-Sul devem se estender reduzindo a dependência das economias desenvolvidas.
Na China e na Índia o crescimento continua alto e alguns outros países do sudeste asiático devem ajudar regionalmente, com redução da pressão inflacionária. Uma desordenada solução para os riscos dos países europeus é considerada como possibilidade, e pode afetar a região. Isso poderia reduzir em cerca de 10% suas exportações anuais, com perda de cerca de US$ 390 bilhões e impactaria em redução de 1,3% do crescimento regional em 2012, reduzindo em 22 milhões de habitantes que deixariam a faixa da pobreza absoluta.
A volatilidade dos preços das commodities e perda de sua tendência de longo prazo seria um risco. Isto está sendo considerado como "novo normal", exigindo que a economia regional se adapte a ela. Os países da região devem resistir à especialização em commodities. Eles necessitam da industrialização, diversificação e a criação de novas capacidades produtivas. Aspecto considerado como um passo do "shock-proofing" nas economias asiáticas é o problema da redução do desemprego e das desigualdades. Um processo de reequilíbrio apoiado no mercado interno precisa ser perseguido, segundo a autora. Também o equilíbrio entre o crescimento e as pressões inflacionárias, não somente com medidas monetárias como o controle dos fluxos de capital, nos débitos de curto prazo, além dos problemas de câmbio e desastres naturais que passam a ser considerados como do "novo normal". A autora considera que a atual crise de turbulência e incerteza está atingindo a Ásia num período do seu crescimento, permitindo que existam espaços para manobras fiscais, com o aumento da cooperação dentro da região.
Essas considerações mostram que muitas das preocupações brasileiras são comuns às de outros países. Como as autoridades brasileiras procuram se antecipar com medidas pontuais é desejável que elas estejam dentro de uma estratégia mais ampla, que precisa ser divulgada adequadamente, para o mercado interno como externo.
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janeiro 31, 2012
Suffer's greek continues
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